CHAPA 1 - LUTAR SEMPRE TEMER JAMAIS

A eleição do CRESS 19ª Região, Goiás, ocorrerá dia 17 de março de 2017, de 08h às 18h, na Câmara Municipal de Goiânia-Goiás, no Auditório Jaime Câmara.

Chapa 1 – LUTAR SEMPRE, TEMER JAMAIS

Chapa 1 CFESS – É DE BATALHAS QUE SE VIVE A VIDA

Caros (as) Colegas,

O exercício permanente da democracia e da ética em que se ancora a nossa trajetória profissional chega novamente em seu momento partícula: o processo eleitoral do conjunto CFESS/CRESS. Convidamos você para conhecer a Carta Programa de nossa Chapa que explicita princípios, diretrizes e compromissos.  

“(...) reafirmar nossa condição de sujeito coletivo, de modo que necessitamos estar coletivamente organizados para juntos construirmos as melhores estratégias de luta contra a barbárie.” (Raquel Santana – Abepss)

A Chapa 1 - LUTAR SEMPRE, TEMER JAMAIS reafirma seu compromisso histórico com:

O Projeto Ético-Político Profissional ao assumir a direção social construída pelas organizações da categoria e entender a eleição do conjunto CFESS-CRESS como um momento, por excelência, de debate e reflexão sobre o trabalho da(o) assistente social frente à realidade brasileira;

O Código de Ética Profissional, na defesa intransigente da(o) assistente social e de seu espaço profissional;

O amadurecimento do projeto de ruptura com o conservadorismo;

Os interesses, conquistas e lutas da classe trabalhadora;

A construção de uma nova ordem societária, democrática, igualitária, fundada nos princípios da equidade e da justiça social, econômica e política;

O trabalho e a liberdade política e econômica de acesso a bens e serviços socialmente produzidos;

A defesa intransigente dos direitos humanos, ambientais, mediante o desenvolvimento sustentável;

A eliminação de todas as formas de preconceitos e garantia do pluralismo;

A articulação sistemática com entidades profissionais, sindicais e estudantis;

A articulação e organização política das comissões do CRESS com objetivo de fortalecer as relações e processos de trabalho;

A educação permanente, em parceria com as universidades (UFG, UEG, PUC-Goiás IEG/IFs), com vistas à valorização da qualidade do trabalho e serviços prestados à população e com o aprofundamento intelectual, na perspectiva da competência profissional;

A transparência e visibilidade financeiro-administrativa do CRESS, mediante a instauração do planejamento e do orçamento participativos;

O controle democrático, exercido pela categoria junto ao CRESS, mediante participação nas Assembleias, Plenárias, Reuniões Ampliadas, Comissões, Grupos de Trabalho, Encontros Descentralizado Regional e Nacional CFESS/CRESS;

A ampliação e fortalecimento da Política de Interiorização com vistas a avançar na descentralização das ações do CRESS;

O fortalecimento da NOB/RH/SUAS, na luta pela garantia dos direitos trabalhistas e condições do exercício profissional na Política de Assistência Social;

O respeito, valorização, fortalecimento e visibilidade das(os) assistentes sociais, por meio de articulação de/nos espaços institucionais e divulgação da profissão, em consonância com a Política Nacional de Fiscalização;

A organização sindical da categoria por ramo de atividade e o engajamento no seu processo de efetivação, numa articulação com o conjunto CFESS/CRESS.

A defesa de realização de concursos públicos no Estado e nos diferentes municípios;

O fortalecimento das(os) assistentes sociais como protagonistas na luta pela efetivação de políticas públicas, por meio da participação em espaços estratégicos de democracia;

O processo de efetivação da Seguridade Social - como direito universal da população brasileira - juntamente com outros sujeitos sociais;

COMPROMISSOS

ÉTICA E DIREITOS HUMANOS

A luta pela materialização dos Direitos Humanos (DH) assume valor estratégico quando contribui para denunciar a desigualdade e as diferenciadas formas de exploração e opressão vivenciadas cotidianamente pela maioria da população. Compreender as expressões de desrespeito aos DH na sociedade brasileira, numa perspectiva crítica e de totalidade, requer contextualizar a desigualdade na sociedade capitalista, o que significa afirmar que a desigualdade é resultado da divisão de classes – entre dominantes, que detêm os meios de produção e trabalhadoras e trabalhadores, que vendem a força de trabalho para garantir sua sobrevivência. A sociabilidade vigente funda-se na desigualdade social e em diferentes formas de opressão, como o patriarcado, o sexismo, o racismo, a xenofobia e a homofobia/lesbofobia/transfobia. Trata-se de uma sociabilidade que interdita o desenvolvimento das potencialidades humanas.(CFESS Manifesta – Seminário Nacional de Serviço Social e Direitos Humanos/2012)

  • Acompanhar o processo de revisão na Lei de Execuções Penais (LEP) tendo em vista a necessidade de estabelecer uma legislação que contemple a garantia de direitos da população carcerária e de suas famílias, de modo a avançar diante da vigente concepção punitiva-disciplinar, que mantém o posicionamento contrário à participação de assistentes sociais nos conselhos de comunidade.
  • Realizar ações jurídico-políticas de enfrentamento aos processos de inquirição especial de testemunhas e produção antecipada de provas, nos termos da resolução 554/2009 (DSD), atualmente suspensa por decisão do judiciário.
  • A continuidade da realização e difusão do Curso Ética em Movimento, possibilitando o acesso, participação e qualificação da categoria;
  • Reforçar as lutas pelas diretrizes contidas na versão original do PL122/06, que propõe a criminalização da homofobia.
  • Dar continuidade ao debate contemporâneo acerca do uso do nome social nos espaços públicos e privados (conforme Carta de Direitos dos Usuários do SUS) e no acesso às políticas públicas para a população LGBT, considerando a livre identidade de gênero.
  • Efetivar uma política de acessibilidade nas instâncias físicas e políticas do Conjunto CFESS/CRESS, visando superar as barreiras físicas de comunicação e atitudinais.
  • Realizar no âmbito dos CRESS a defesa do sistema de proteção à Pessoa, o qual inclui programas como PROVITA (Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas), PPCAAM (Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte), PPDDH (Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos).
  • Promover ações com vistas ao debate crítico do PL 6583/2013 que dispõe sobre o Estatuto da Família.Ampliar a visibilidade da dinâmica e funcionamento do Conjunto CFESS/CRESS, em especial da COFI, Comissão Permanente de Ética e Comissão de Instrução.
  • Promoção do debate sobre a descriminalização e legalização do uso de drogas, bem como da Política de Redução de Danos;
  • Continuidade das ações políticas para divulgação do posicionamento favorável à descriminalização e legalização do aborto, considerado como questão de saúde pública e como direito das mulheres;
  • Reafirmação do posicionamento contrário à internação e ao abrigamento involuntário e compulsório, reforçando a luta dos movimentos sociais em defesa dos direitos humanos, intensificando o debate sobre diferentes formas de tratamento involuntário;

SEGURIDADE SOCIAL

A defesa da Seguridade faz parte da agenda do Conjunto CFESS/CRESS, balizada no projeto ético-político profissional do Serviço Social. (...) a seguridade social é, sobretudo, um campo de luta e de formação de consciências críticas em relação à desigualdade social no Brasil, de organização dos trabalhadores. Um terreno de embate que requer competência teórica, política e técnica. Que exige uma rigorosa análise crítica da correlação de forças entre classes e segmentos de classe, que interferem nas decisões em cada conjuntura. Que força a construção de proposições que se contraponham às reações das elites político-econômicas do país, difusoras de uma responsabilização dos pobres pela sua condição, ideologia que expressa uma verdadeira indisposição de abrir mão de suas taxas de lucro, de juros, de sua renda da terra. (Carta de Macéio/2000).

  • Defender a democracia e os direitos sociais com ênfase na concepção de uma Seguridade Social pública, universal e de responsabilidade estatal. Por meio da representação participativa de assistentes sociais nos fóruns, nos conselhos de direitos e de políticas públicas, buscando coerência entre os princípios ético-políticos profissionais e os fundamentos do Controle Social Democrático.
  • Qualificar as representações da categoria profissional para o exercício do controle social democrático nos Conselhos de Políticas Públicas e de Defesa e Garantia de Direitos, tendo como parâmetros os princípios ético-políticos da profissão.
  • Fortalecer articulações políticas com os movimentos sociais em defesa da agenda da seguridade social e contra as contrarreformas que aviltam os direitos da classe trabalhadora
  • Fortalecer e acompanhar a reestruturação do Serviço Social do INSS, defendendo a competência estabelecida no artigo 88 da Lei 8.213/91, como direito dos usuários, do artigo 20 parágrafo 6º da lei 8.742/93 (alterada pela 12.435/11), bem como as diretrizes do manual técnico do Serviço Social no INSS, a ampliação do quadro de assistentes sociais, a publicação do o decreto que trata das atribuições privativas e competências dos/as assistentes sociais do INSS e as condições éticas e técnicas para o exercício profissional;
  • Participar e acompanhar de forma permanente o processo de implementação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e da gestão do trabalho por meio da participação no Fórum dos Trabalhadores do SUAS e nos espaços de controle social e de organização política dos trabalhadores e a articulação com as demais políticas de proteção social assim como a implementação de Planos de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS);
  • A defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), tendo como base os princípios da universalidade e da integralidade, com prioridade para a luta pela gestão pública da política de saúde, contra todas as formas de mercantilização da mesma, em defesa da inserção das/os assistentes sociais nas Estratégias Saúde da Família (ESF) e Núcleos de Apoio a Saúde da Família (NASF);
  • O fortalecimento do Serviço Social no espaço do Judiciário, mediante a ampliação do quadro de assistentes sociais e das lutas para as conquistas dos direitos sociais;
  • A intensificação da luta pela aprovação em nível Nacional do PL Educação e efetivação da Lei n° 8.924 de 29 de junho de 2010, que cria o Serviço Social na Educação Municipal de Goiânia.

 

EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Defender a existência de práticas educacionais que permitam trabalhar as mudanças necessárias para a construção de uma sociedade que liberte o ser humano da dominação do capital, e onde a função da Educação seja a de contribuir para transformar o/a trabalhador/a em um sujeito político capaz de modificar a realidade. Nessa perspectiva, nos filiamos à luta por uma educação que ao contrário de servir aos interesses do mercado, preconize o atendimento das necessidades humanas e contribua, no âmbito da disputa hegemônica, com a superação da lógica desumanizadora do capital, que se fundamenta na desigualdade, na exploração, no individualismo, no lucro e na competição.

Pensar a educação permanente no Serviço Social pressupõe, portanto, afirmar o projeto profissional, articulando uma dupla dimensão: de um lado, as condições macrossocietárias que estabelecem o terreno sócio-histórico em que se exerce a profissão, seus limites e possibilidades; e, de outro, as respostas de caráter ético-político e técnico-operativo dos/as agentes profissionais a esse contexto, apoiadas nos fundamentos históricos, teóricos e metodológicos do Serviço Social. (Política de Educação Permanente do Conjunto CFESS-CRESS/2012)

  • Contribuir na defesa da formação, tomando como base, o Plano de Lutas do Conjunto CFESS/CRESS, as diretrizes curriculares da ABEPSS e ENESSO, na perspectiva de totalidade que ao realizar a defesa da formação isso se traduz no fortalecimento da profissão, do Projeto Ético e Político do Serviço Social Brasileiro e da Sociedade.
  • Debater e mobilizar sobre o Serviço Social nos diferentes campos de atuação da categoria profissional para defender a agenda política do conjunto CFESS/CRESS.
  • Reafirmar as ações da Comissão de Formação Profissional do CRESS, junto às unidades de formação acadêmica UFG PUC e representação regionais da ABEPSS, ENESSO.
  • Assegurar os espaços coletivos de participação e tomada de decisões da categoria – Assembleias, Plenárias, Reuniões Ampliadas, Comissões, Conselhos, Grupos de Trabalho e Encontros Descentralizados Regional e Nacional CFESS/CRESS
  • Investir na gestão e negociações junto às esferas públicas e privadas, no sentido de assegurar as condições de trabalho das/os assistentes sociais;
  • A articulação com a ABEPSS, ENESSO, Universidade Estadual de Goiás, Instituto Federal de Goiás, Instituto Federal Goiano e Regionais da UFG em Catalão, Jataí e Aparecida de Goiânia, para criação de cursos de Serviço Social presenciais;
  • Estabelecer articulações com as Unidades de Ensino no estado, no sentido de construir estratégias de enfrentamento à precarização da formação e no exercício profissional;
  • Buscar o correto cumprimento da Lei de Regulamentação da Profissão (8.662/1993), Resolução CFESS nº533/2008 e Diretrizes Curriculares;
  • Discutir com as Unidades de Ensino estratégias de formação continuada, considerando as áreas de atuação profissional e as especificidades locais/regionais;
  • Aproximar campos de estagio com o CRESS, tendo em vista efetiva implementação da Política Nacional de Estágio;
  • Realizar o Fórum de Supervisores de Estágio;
  • Fomentar a produção de conhecimento nos diferentes espaços ocupacionais, imprimindo no exercício profissional a atitude investigativa;
  • Estimular o debate sobre a formação profissional do/a Assistente Social e a precarização do ensino superior;
  • Defender junto ao CFESS a vinculação de um percentual mímino de recursos para a educação;
  • Debater as especificidades de cursos EAD, sobretudo considerando a realidade do estado de Goias, com vistas a compreender a sua subsistência, sem que se perca o horizonte da temos de pensar luta pela educação de qualidade;
  • Criar grupos de trabalho para debater e aprofundar estudos sobre temas transversais a profissão (gênero, criminalização da pobreza, etc);

ORIENTAÇÃO E FISCALIZAÇÃO PROFISSIONAL

A Política Nacional de Fiscalização – PNF – fruto de um processo histórico no Conjunto CFESS/CRESS de organização do sentido do serviço público da orientação e fiscalização do exercício profissional, em sintonia ao adensamento dos compromissos e princípios ético-políticos e profissionais. Resultou do trânsito institucional corporativo, controlador e burocrático, para uma prática político pedagógica e disciplinadora, associada à afirmação e concretização dos princípios da profissão e das lutas sociopolíticas no campo democrático. O aprofundamento das ações de orientação e fiscalização requer a valorização desse processo sintonizado com as implicações da atuação profissional diante dos dilemas da atualidade, na perspectiva da defesa, valorização e fortalecimento da profissão.

A centralidade da fiscalização é uma decisão coletiva fundada no entendimento da sua organicidade com estratégias democráticas que reforçam a relevância pública da profissão e do Conjunto na sociedade. Fiscalizar, orientar e disciplinar o exercício da profissão do/a Assistente Social, são atribuições precípuas que visam a garantia das condições técnicas e éticas bem como a ampliação do espaço profissional.

Tais atividades/ações, fundamentadas na Lei de Regulamentação da Profissão, no Código de Ética Profissional do/a Assistente Social, nas Resoluções do CFESS e nas diretrizes da Política Nacional de Fiscalização, são essenciais para a garantia da qualidade do trabalho profissional disponibilizado à população usuária do Serviço Social, conforme preconiza o Art. 5° da Resolução 512/2007, que Reformula as normas gerais para o exercício da Fiscalização Profissional e atualiza a Política Nacional de Fiscalização (Política Nacional de Fiscalização/2007).

  • Potencializar o processo de publicização da direção social da profissão, a fim de permitir que a ação legitimadora e fiscalizadora do Serviço Social possa ser ampliada também aos seus usuários e ao conjunto da sociedade.
  • Intensificar a fiscalização com vistas à defesa dos direitos profissionais, qualificação das condições e processos de trabalho dos assistentes sociais.
  • Articular a ação de fiscalização da COFI com as lutas políticas gerais assumidas pela categoria e pelos movimentos sociais, na perspectiva da defesa das políticas públicas e da garantia dos direitos sociais;
  • Socializar experiências de fiscalização conjunta com outras entidades fiscalizadoras e de movimentos sociais
  • Dar continuidade às ações políticas e jurídicas voltadas ao cumprimento da Lei 8.662/1993 que estabelece em seu artigo 5º A, jornada de 30 horas semanais, sem redução de salário para assistentes sociais (lei 12.317/2010), em articulação com entidades sindicais e representativas da classe trabalhadora, mantendo atualizados os dados dos observatórios estaduais.
  • Manter e defender o enfrentamento às requisições de emissão de laudos e pareceres por parte de instituições do Poder Judiciário, Defensoria Pública e Ministério Público e outros às profissionais que não sejam vinculados a tais instituições.
  • Amadurecer posicionamento do Conjunto sobre a atuação de assistentes sociais em comissões de avaliação disciplinar, de monitoramento e comissões técnicas de classificação previstas no SINASE e na LEP.
  • Acompanhar a implementação do cadastramento nacional dos campos de estágio e a fiscalização da supervisão direta.
  • Buscar junto às instituições que tem com exigência as atribuições privativas do assistente social, a necessidade da inscrição de pessoa jurídica junto ao CRESS.
  • Aprofundar e socializar o debate sobre o material técnico sigiloso, com vistas à resguardar o profissional, a instituição e os usuários.
  • Realizar discussões/ações acerca do exercício profissional em Comunidades Terapêuticas e intensificar a fiscalização.
  • Aprofundar o debate sobre as atribuições privativas dos(as) assistentes sociais mesmo considerando a modalidades inter, multi e transdisciplinar no exercício profissional.
  • Fortalecer os Fóruns Regionais das COFIs.
  • Viabilizar condições administrativas para melhor garantir a operacionalização dos encaminhamentos e a resolutividade dos processos de trabalho da fiscalização.

 

COMUNICAÇÃO

O Serviço Social tem muito a dizer!

Defendemos a necessária democratização da comunicação no Brasil e, por isso, buscamos fortalecer a comunicação do Conjunto CFESS-CRESS como um campo de ação política estratégica, fundamental para a transformação da sociedade. O desafio de promover a democratização da comunicação com a categoria e com a sociedade é enorme, e exige do Conjunto CFESS-CRESS ações organizadas, planejadas e posicionadas criticamente.

A comunicação tem papel estratégico no fortalecimento dos usuários e usuárias dos serviços e políticas sociais, na disputa pela função e imagem social da profissão e na construção de um poder popular com vistas à transformação das relações sociais.

A realidade brasileira de concentração da propriedade dos meios de comunicação, impõe-se o desafio da inserção da voz e das lutas do Serviço Social, essencialmente contrárias aos interesses capitalistas, e sim em defesa de uma sociedade livre e radicalmente democrática. Para isso, é preciso dar voz a quem não tem a chance de se expressar. A comunicação é um bem público e, justamente por isso, deve estar a serviço da sociedade. Reconhecimento da dimensão política da comunicação, utilizando-a para socialização da informação, fortalecimento da classe trabalhadora e de seus movimentos sociais, denúncia das expressões da questão social, resistência contra o conservadorismo e promoção da profissão e do seu projeto ético-político profissional. (Política Nacional de Comunicação/2016)

  • Fortalecer a comunicação do Conjunto CFESS-CRESS como um campo de ação política estratégica, fundamental para a transformação da sociedade.
  • Elevar o processo de comunicação, divulgação e imprensa do CRESS – criar links com os bancos de dados sócio-econômico e de políticas públicas, (IBGE, SEPLAN e outros). E ainda, Cadernos de publicações teóricas e relatos de experiências, realização de Mostra de trabalhos científicos, vídeos, pôsteres, e outros.
  • Ampliar ações de comunicação por meio de articulação com movimentos sociais e com a população usuária em defesa de uma sociedade justa e igualitária.
  • Defender a democratização da comunicação, dando visibilidade à profissão de assistente social, em sintonia com a radicalidade e com os princípios que regem o projeto ético-político do Serviço Social brasileiro;
  • Comunicar para mostrar à sociedade quem é esta categoria profissional, o que ela faz, o que ela tem a dizer;
  • Denunciar as expressões de injustiça e desigualdade que marcam a realidade social no país;
  • Comunicar e dialogar para fortalecer os movimentos sociais e a classe trabalhadora, na direção da liberdade e da formação crítica;
  • Levar os princípios do Serviço Social a usuários e usuárias das políticas públicas.
  • Dar visibilidade ao Serviço Social e ao trabalho da categoria de assistentes sociais, em sintonia com o projeto ético-político, para fortalecer essa compreensão da profissão pela sociedade e pela população usuária;
  • Publicizar os valores e princípios do projeto ético-político profissional e os posicionamentos do Conjunto CFESS-CRESS;
  • Divulgar o trabalho da categoria profissional e de suas entidades representativas, para que possa ser utilizado como fonte de informação junto aos meios de comunicação e contribuir na qualificação do exercício profissional de assistentes sociais;
  • Defender, juntamente com os movimentos sociais da área, a democratização da comunicação.
  • Estabelecer um fluxo de informação e de debate permanente com os profissionais e com a sociedade;
  • Buscar maior inserção nas diversas mídias, em consonância com os princípios defendidos pela profissão e com os objetivos desta política;
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ADMINISTRATIVO-FINANCEIRO

Os procedimentos administrativos de gestão financeira, base estrutural que dá materialidade às nossas ideias e ações, constituem-se em atividades de fundamental importância para a efetivação e controle de gastos e investimentos do conjunto CFESS/CRESS. Os princípios que orientam o que julgamos ser uma “boa” administração estão pautados, entre outros: na transparência, gestão democrática, competência técnica, compromisso político, postura ética, participação de todos/as nas discussões financeiras, responsabilidade e direção social da política. (Procedimentos Administrativos, financeiros e contábeis/2ª edição- CFESS- 2008-2011)

A materialização do princípio da democracia se expressa na divulgação das ações, dando visibilidade e transparência a quanto os Conselhos investem de recursos em cada uma delas; na ampliação da participação das/os profissionais no controle democrático das ações do Conjunto; na defesa da cultura pública e do projeto coletivo construído pela categoria com o objetivo de assegurar uma gestão pública e democrática, condicionada à objetivação do projeto ético-político profissional. Sendo a mediação fundamental o fortalecimento das entidades e do Conjunto CFESS-CRES. (Diretrizes Nacionais Acerca da Interiorização das Ações Políticas dos CRESS/2016)

  • Fortalecer e garantir maior unidade nas ações políticas descentralizadas com o objetivo de consolidar cada vez mais uma gestão verdadeiramente pública e democrática, com investimento no movimento de aproximar a categoria profissional do cotidiano do CRESS
  • Garantir o processo de substituição das atuais carteiras e cédulas de identidade profissional na modalidade de cartão policarbonato com chip.
  • Aprofundar as iniciativas de transparência do Conjunto CFESS/CRESS à categoria e aos trabalhadores do Conjunto, qualificando-as e permitir que as justificativas políticas destas sejam socializados.
  • Realizar estudo sobre processo licitatório para aquisição de sistemas, módulos administrativo, contábil, patrimônio, processos para o Conjunto CFESS/CRESS.
  • Acompanhar as receitas devidas ao CRESS pelas/os assistentes sociais, pessoas físicas e jurídicas, adotando medidas administrativas, legais e estratégias políticas para que se mantenha a capacidade de arrecadação;
  • Investir na política de qualificação gerencial e dos mecanismos de controle interno, fundamentada nos princípios de transparência, gestão democrática, competência técnica, compromisso político, responsabilidade, postura ética e gestão colegiada na busca do equilíbrio fiscal do CRESS-19ª Região.
  • Acompanhar as ações de natureza administrativa e financeira, de forma a garantir a racionalização das ações tendo em vista os interesses da categoria e os princípios gerais da administração pública no cumprimento da legislação vigente,
  • Dar cumprimento às decisões do conjunto CFESS/CRESS, e fazer cumprir as decisões das Assembleias da Categoria, da Diretoria e do Conselho Pleno no âmbito desta jurisdição.
  • Investir em todas as frentes de trabalho, promovendo ações que visem o aumento da arrecadação seguindo a Política de Combate Permanente a Inadimplência - Resolução CFESS nº 354/97 - adotando uma política educativa com vistas a conscientização de que a anuidade é o meio de sustentação do conselho pelo qual se materializa o fortalecimento da profissão
  • Intensificar as ações de nucleação/interiorização (NUCRESS) que vise promover uma interlocução pública, sistemática e constante entre o CRESS e as/os profissionais inscritas/os.
  • É na contracorrente da lógica neoliberal e conservadora vigente – de subordinação do trabalho ao capital, de anulação da vez e voz da classe trabalhadora, de ameaça à garantia de direitos sociais – que o Serviço Social vem se legitimando como uma profissão historicamente determinada; e, redimensionando suas perspectivas nas dimensões da ética, do trabalho, da organização e participação política e teórico-crítica nas lutas sociais que se fazem presente e se concretizam como desafios à qualificação e exercício profissional.

Convidamos você, assistente social, a reafirmar essa trajetória conosco, votando no próximo dia 17 DE MARÇO na Chapa 1 – LUTAR SEMPRE TEMER JAMAIS para o CRESS 19 Região e Chapa 1 – É DE BATALHAS QUE SE VIVE A VIDA para o CFESS, assegurando a realização de sonhos e compromissos na consolidação do projeto ético-político profissional, pois:

Quem não se movimenta,

não sente as correntes que o prendem.

Rosa Luxemburgo

 

QUEM SOMOS

EXECUTIVA

Presidenta: ANA ÂNGELA TORRES BRASIL – Assistente Social graduada pela PUC-Goiás. Atuou na política de Assistência Social, militou no Movimento Nacional de Direitos Humanos – MNDH, milita nas políticas de Seguridade Social, atualmente trabalha no Serviço Social da Previdência/INSS da Gerência Executiva de Goiânia-GO. Milita no Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde e Previdência – SINTFESP-GO/TO e compõe a Comissão de Assistentes Sociais da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (FENASPS)

Vice-Presidenta: ANA PAULA GONÇALVES - Assistente Social formada pela PUCPR. Mestre e Doutora em Serviço Social pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em Serviço Social pela PUCSP. Tem experiência no SUAS. Atua como Analista Judiciária Especializada – Assistente Social – no Tribunal de Justiça de Goiás, Comarca de Formosa desde junho de 2015.

1ª Secretária: HELOIZA ALVES RIBEIRO – Assistente Social graduada pela PUC – Goiás, MBA em Administração Hospitalar (FGV). Mestre em Serviço Social pela PUC-Goiás. Atua no Conselho Estadual de Assistência Social.

2ª Secretaria: ANA LUCIA BASÍLIO SANTOS – Assistente Social graduada pela PUC Goiás. Especialista em Políticas Públicas. Servidora efetiva da Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esporte. Atua na Equipe Multiprofissional/ NAPEDI/ Gerência de Ensino Especial. Vice-presidente do Conselho Estadual de Assistência Social CEAS-GO. Membro do Grupo Gestor Estadual do Programa BPC na Escola.

1ª Tesoureira: NARA COSTA – Assistente Social graduada pela PUC-Goiás(1995), Mestranda em Serviço Social pela PUC-Goiás. Conselheira do CRESS (Gestões 1999-2002 e 2008-2011). Atualmente, servidora pública da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás/ Central de Transplantes de Goiás e Secretaria Municipal de Assistência Social de Goiânia/ Residencial Professor Niso Prego (Unidade de Acolhimento Institucional de Crianças de 0 a 12 anos).

2ª Tesoureira: MARIA CIURINHA PEREIRA DOS SANTOS - Assistente Social graduada pela PUC-Goiás(2006), Mestra em Serviço Social pela PUC-Goiás. Conselheira do CRESS (Gestões 1999-2002 e 2008-2011). Foi secretária e coordenadora da Comissão Ampliada de Ética e Direitos Humanos e Conselheira 1ª Secretária do CRESS 19ª Região Gestão 2008/2011. Professora no curso de Serviço Social da PUC – Goiás. Coordenadora do Projeto de Pesquisa: A participação dos/das assistentes sociais no Conselho Regional de Serviço Social 19ª Região.

CONSELHO FISCAL

TEREZA CRISTINA PIRES FÁVARO – Assistente Social graduada pela PUC-Goiás. Mestre em Serviço Social (PUC-Goiás). Doutora em História (UFG). Docente no Programa de Residência Multiprofissional em Saúde HC-UFG.

KÁTIA REGINA NERES REIS – Assistente Social graduada pela PUC-Goiás. Mestranda em Serviço Social (PUC-Goiás). Conselheira Tutelar e Conselheira Municipal de Saúde da ONG Movimento e Ação. Foi diretora de CMEI, inicio da luta em prol da criança e adolescente.

BEATRIZ CRISTINA DE ALMEIDA – Assistente Social graduada pela PUC-Goiás (1991), em Filosofia pela FAFIL/UFG (2012) Especialista em Metodologia da Arte de contar Histórias pela CEPAE/UFG (2011). Mestre em Serviço Social pela PUC-Goiás (2015), atua na CSS/UFG.

SUPLENTES

KAROLINE DO NASCIMENTO LEÃO – Assistente Social graduada pela PUC-Goiás. Atualmente é servidora pública do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Anápolis. Responsável técnica do Serviço Social GEX Anápolis.

KAMILLA SANTOS DA SILVA -Assistente Social graduada pela UFS, Pós-graduada em Docência do Ensino Superior, atualmente, servidora do Tribunal de Justiça de Goiás, Comarca de Goiânia.

GEYZON C. SANTOS RODRIGUES – Assistente Social graduado pela PUC-Goiás (2016). Formado em Gestão em Pessoas pela Faculdade Sul Americana – FASAM – (2009). Militou no CA, ENESSO e DCE da PUC-Go. Atuou na Diretoria de Proteção Social Especial de Secretaria Municipal de Assistência de Goiânia (DPSE/SEMAS). Atualmente, é Residente Multiprofissional em Saúde do HC/UFG.

MARLY MACHADO BENTO - Assistente Social graduado pela PUC-Goiás (2016). Especialista em Elaboração e Avaliação de Projetos Sociais pela Gama Filho (RJ). Mestre em Serviço Social pela PUC-Goiás. Professora do curso de Serviço Social da PUC – Goiás.

WANESSA BATISTA MELO - Assistente Social graduado pela PUC-Goiás (2003). Especialista em Saúde do Idoso pela Faculdade de Ciências Médicas da UFMG (2008), Mestre em Serviço Social pela PUC-Goiás 2011). Professora do curso de Serviço Social da PUC – Goiás e servidora da AGEHAB.

DANIELLE DA SILVA BORGES REIS – Assistente Social graduada pela UNESP. Graduada em História (UFG), com Mestrado em História (UFG). Professora do curso de Serviço Social da PUC – Goiás.

RODRIGO SILVA MOURA - Assistente Social graduada pela Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS). Atua na Secretaria Municipal de Assistência Social de Uruaçu. Coordenador do FMTSUAS-Uruaçu (Fórum Municipal de Trabalhadores e Trabalhadoras do Sistema Único de Assistência Social de Uruaçu.

FÁTIMA DE JESUS MARTINS BENTO - Assistente Social graduada pela PUC-Goiás. Pós-graduada em Projetos Sociais pela Faculdade Barão de Mauá. Atualmente trabalha na Política de Assistência Social em Aparecida de Goiânia. Coordenadora do BPC na Escola.

TEREZA DE SOUZA ARAÚJO - Assistente Social graduada pela PUC-Goiás. Especialista em Saúde Pública pela IAPAS, e em Serviço Social e Movimentos Sociais (PUC-Goiás). Agente fiscal aposentada do CRESS 19ª Região. Atualmente servidora pública da Secretaria Municipal da Saúde de Goiânia.